O Grupo de peregrinos de Brasília mais
uma vez reuniu-se em prol de uma causa que abraçou faz tempo.
O
apoio para crianças e adultos no início das atividades escolares na comunidade
de Mato Seco- GO.
Inicialmente
foram adquiridos materiais diversos que alcançaram um montante de R$1.738,79.
Após
a divulgação de uma história bem conhecida recebemos para compra do material
restante mais R$ 2.115,57.
Foram
adquiridos os materiais abaixo relacionados:
30
apontadores, 2 rolos de barbante c/305 metros, 51 borrachas, 285 cadernos, 120
canetas esferográficas, 81 caixas
canetas hidrográficas, 100 folhas cartolinas diversas cores, 56 tubo cola branca 35 gramas, 2 frascos cola
branca 500 gramas, 10 tubo de cola para EVA,
11 estojos , 100 fitas adesivas de diversas cores, 80 caixas de giz de
cera, 1 kit de 6 pincéis, 92 caixas de lápis de cor, 144 lápis preto, 91 caixas
de massa de modelar, 8 mochilas para meninas, 3 mochilas para meninos, 1
normógrafo, 20 resmas de papel sulfite, 40 maços de papel crepom de diversas
cores, 20 folhas papel EVA diversas cores, 45 folhas papel laminado diversas
cores, 40 folhas de papel pardo, 280 folhas de papel seda de diversas cores, 11
pastas para material escolar, 16 pincéis chato, 40 pincéis atômicos diversa
cores, 20 réguas 15 cm, 1 régua
geométrica, 12 tesouras escolar e 81 caixas de tinta guache.
Fizeram
a diferença semelhante ao jovem da história os seguintes peregrinos:
Alberto
Magno, Alice Queiróz, Ana Lopes, Ana Matilde Coelho, Ana Saenger, Antonio
Carlos Soares, Antonio Queiróz, Apolinário Neto, Carmelita, Christina Almeida,
Clara Barreiro, Conceição Gautier, Denize Borgatto, Dirce Abadia, Esmeraldo
Dall”Oca, Etienne Gautier, Filipe Soares, Gustavo Engel, Helena di Tróia, Hilda
Longhi, Isabela Seixas, Jussara Cimenti, Kátia Gonçalves, Lenir Fidélis,
Luciana Cardoso, Manoel Gomes, Maria Arielma, Maria Selma Souto, Mary
Kiomy, Nizio Duze, Patricia Milhazes,
Paulo Teotonio, Renato Alves, Suely Santos, Suzana Alves, Terezinha Duze, Thaisa Soares, Valderez Braz,
Vania Soares, Vaninho Ribeiro, Vera Engel e Welcimar.
As
freiras franciscanas e a pastoral agradecem em nome das crianças e familiares da
comunidade de Mato Seco - GO.
Fizemos
a diferença!
Esta é um historia já bem conhecida e muito bela
também...
Era uma vez um escritor que morava em uma praia tranquila, próxima a uma colônia de pescadores.
Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para inspirar-se e, à tarde, ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando pela praia, viu um vulto ao longe que parecia dançar. Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia, para, uma a uma, jogá-las de volta ao oceano, para além de onde as ondas quebravam.
“Por que você está fazendo isto”? Perguntou o escritor.
“Você não vê”? Explicou o jovem, que alegremente continuava a apanhar e jogar as estrelas ao mar, "A maré está vazando e o sol está brilhando forte... elas irão ressecar e morrer se ficarem aqui na areia."
O escritor espantou-se com a resposta e disse com paciência:
“Meu jovem, existem milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Você joga algumas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer jeito. De que adianta tanto esforço, não vai fazer diferença?"
O jovem se abaixou e apanhou mais uma estrela na praia, sorriu para o escritor e disse:
“Para esta aqui faz...", e jogou-a de volta ao mar.
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, nem sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele, e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao mar.
Era uma vez um escritor que morava em uma praia tranquila, próxima a uma colônia de pescadores.
Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para inspirar-se e, à tarde, ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando pela praia, viu um vulto ao longe que parecia dançar. Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia, para, uma a uma, jogá-las de volta ao oceano, para além de onde as ondas quebravam.
“Por que você está fazendo isto”? Perguntou o escritor.
“Você não vê”? Explicou o jovem, que alegremente continuava a apanhar e jogar as estrelas ao mar, "A maré está vazando e o sol está brilhando forte... elas irão ressecar e morrer se ficarem aqui na areia."
O escritor espantou-se com a resposta e disse com paciência:
“Meu jovem, existem milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Você joga algumas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer jeito. De que adianta tanto esforço, não vai fazer diferença?"
O jovem se abaixou e apanhou mais uma estrela na praia, sorriu para o escritor e disse:
“Para esta aqui faz...", e jogou-a de volta ao mar.
Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, nem sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele, e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao mar.
Foram entregues 11 kits escolares e mochilas aos mais necessitados.
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