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Brasília, Distrito Federal, Brazil
O primeiro contato com o “Caminho de Santiago” foi em 1994. Após quase dois anos em busca de informações mais consistentes realizei o meu primeiro caminho em junho de 1996. Após os primeiros passos continuo até hoje. Ao longo dos anos foram percorridos diversos caminhos que levam a Santiago de Compostela. Além do tradicional Caminho Francês percorrido por diversas vezes também realizei outros trajetos. Em destaque o " Caminho Aragonês" , “Caminho País Vasco Interior e da Costa”, “Caminho Cantábrico”, “ Caminho Asturiano Interior e da Costa”, “Caminho Primitivo”, “Caminho Inglês”, “Caminho Português”, “Caminho de Madrid”, “Caminho del Ebro” e “Caminho de Antonino. Tive também a oportunidade trilhar a “Ruta del Cares”, a “Islas Cies”, “Vale de Azkoa-Selva Irati”, e outras ramificações de caminhos da Galícia, Navarra e Astúrias.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Caminho Aragonês:Lumbier a Monreal.

Caminho da Higa de Monreal.
E continua o bom tempo! Sempre bom, e mesmo que seja uma caminhada de poucas sombras e terrenos áridos.
O ponto de referência para sair de Lumbier é o portal do Hostal Iru Bide e atravessar em frente a ponte sobre o rio Salazar e seguir a seta amarela que indica a estrada NA-150. Por quilômetro e meio seguir por acostamento sinalizado com setas amarelas. Quando aparecer uma placa de sinalização de estrada com duas setas amarela e verde clara indicando um caminho rural à direita não tenha dúvida de seguir a orientação, A sinalização verde clara foi realizada pela construtora da autovia que cortou parte do caminho.
O caminho de terra e brita vai sinalizado por setas verdes até uma passagem por baixo da autovia e levando ao caminho original na direção de Nardués e Aldunate. Quando se aproxima de Nardués retornam as setas amarelas que indicam a rodovia secundária NA-2430 sem movimento algum. Por estrada após cinco quilômetros aparece a nova entrada do povoado de Izco. Em Izco o caminho envereda pela montanha por campos de cultivos. Resolvo seguir mais dois quilômetros pela NA-2430 e entro por Abinzano e direto na direção de Salinas de Ibargoiti. Após Izco caminhos áridos de cultivos até Salinas de Ibargoiti. Após pequena ponte de pedra de Salinas uma trilha de bonito bosque conduz ao povoado de Monreal. Após ponte medieval já vemos ao alto a torre da igreja.de Monreal.

Caminho Aragonês:Sangüesa a Lumbier.

Rio Irati - Foz de Lumbier.
Para desviar do caminho atual de Rocaforte, fui em direção de Liédena para seguir por Foz de Lumbier, e era necessário um bom tempo.
Pois bem, amanheceu com céu límpido e temperatura de 9ºC com tempo favorável.
Atravessando a ponte sobre o rio Aragón o caminho deixa Sangüesa, e segue na direção de Liédena. São pouco mais de quatro quilômetros para chegar a Líédena, e seguir para Foz de Lumbier.Logo após cruzar a ponte sobre o rio Irati uma seta amarela indica à esquerda, e mais a frente duas setas vermelhas indicam a direção da Calle da Estación onde se vê o velho galpão da estação do trem de Irati.
Uma linha de postes da antiga ferrovia sinaliza a direção ao longo do desfiladero, e tendo sempre à esquerda o rio Irati.
Pela Foz de Lumbier o caminho atravessa dois túneis escavados na rocha. e segue na direção do povoado de Lumbier.
As fotos do caminho antigo por Lumbier já estão no álbum Astun Astur 2010.

sábado, 18 de setembro de 2010

Caminho Aragonês: Undués de Lerda a Sangüesa

Único trecho com sombras! Trilha das amoreiras.
O tempo ruim se espalhou para outros lugares, e como sempre tenho tido uma boa ajuda divina.
Agora é descer de Undués de Lerda com atenção pois existem caminhos e trilhas por toda área de cultivos.
O caminho vai descendo por lugares amplos, e logo sai por trilhas, e ao meio de pequenas árvores e amoreiras.
É um caminho árido mas a temperatura oscila nos 22ºC.
Quando chega na região de Ull onde existia no século XVI um povoado o caminho passa para uma estrada de brita que vai por longas retas na direção de Sangüesa.
Um caminho que na época do verão seria desgastante.
As fotos já estão no álbum Astun Astur 2010. Atenção que continua no álbum 2, pois o primeiro completou o limite máximo de 1.000 fotos.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Caminho Aragonês:Artieda a Undués de Lerda.

Trilha de bosques a ruínas de Ruesta.
Apesar do prognóstico de chuva o tempo amanheceu apenas nublado. Após o café da manhã bem cedo é pé na estrada.
Inicialmente uma descida leve de Artieda até região de Cinco Villas. O caminho prossegue por estrada secundária sem movimento e com vistas do Embalse Yesa.
Logo a seguir uma maldade. Para tirar o peregrino de uma estrada sem movimento uma trilha de aclive forte e empedrada que sobe um monte, e retorna a mesma estrada 100 metros a frente. Uma grande idéia estúpida. A próxima trilha à direita da estrada realmente procede e conduz o peregrino por uma trilha de bosques até as ruínas de Ruesta. Após Ruesta iniciam os longos aclives incessantes até vencer a montanha que circunda o Embalse Yesa. Acredito ser o aclive mais constante e longo de todos os caminhos. O grau de dificuldade supera Saint Jean Pied de Port tão mais comentado. É claro que chegando ao topo vamos iniciar uma longa e demorada descida a Undués de Lerda que não chega nunca. Ao final surge no topo de um morro Undués de Lerda. E continua a descida, e mais a frente vemos a subida para entrar no recinto da cidade por uma calzada romana que castiga bastante após quase 7 horas de caminhada.
Estão no caminho hoje um casal de mexicanos e uma japonesa. Fazendo com apoio de carro 4 francesas, e um senhor que caminha de calça e camisa social de manga comprida, e uma pequena mochila. Só falta a gravata!

Caminho Aragonês:Puente La Reina de Jaca a Artieda.

Vista Embalse Yesa do alto do povoado de Artieda.
O tempo na Espanha mudou e temos prognósticos de chuva até sábado.
O caminho de hoje é de pouca sombra por caminhos campestres e muito áridos.
O tempo nublado a 21ºc ajuda no caminhar. Poucas alteraçõs para dez anos depois.
Saída por estradinha secundária asfaltada até bifurcação de Arrés, e depois caminhos campestres a Martes e a Mianos pelo vale do canal de Berdún.
Uma etapa sem apoio em cidades sendo necessário levar água e lanche.
Ao lado direito do vale a cidade de Berdun no alto de uma rocha acompanha todo o tempo de caminho.
Após Mianos começou uma chuvinha fraca que acompanhou até Artieda.
A chegada em Artieda é por aclive médio que envolve a rocha onde está Artieda.
O povoado do silêncio, e aonde nada acontece.
Uma vista envolvente do vale e do Embalse de Yesa.
Pena que o tempo não ajudou para as fotos. Mesmo assim todas estão no álbum.
Manoel Brasília.

terça-feira, 14 de setembro de 2010