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Brasília, Distrito Federal, Brazil
O primeiro contato com o “Caminho de Santiago” foi em 1994. Após quase dois anos em busca de informações mais consistentes realizei o meu primeiro caminho em junho de 1996. Após os primeiros passos continuo até hoje. Ao longo dos anos foram percorridos diversos caminhos que levam a Santiago de Compostela. Além do tradicional Caminho Francês percorrido por diversas vezes também realizei outros trajetos. Em destaque o " Caminho Aragonês" , “Caminho País Vasco Interior e da Costa”, “Caminho Cantábrico”, “ Caminho Asturiano Interior e da Costa”, “Caminho Primitivo”, “Caminho Inglês”, “Caminho Português”, “Caminho de Madrid”, “Caminho del Ebro” e “Caminho de Antonino. Tive também a oportunidade trilhar a “Ruta del Cares”, a “Islas Cies”, “Vale de Azkoa-Selva Irati”, e outras ramificações de caminhos da Galícia, Navarra e Astúrias.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Caminho Francês a Santiago de Compostela - Etapa 2

Etapa 2 do Caminho Francês.
Roncesvalles a Zubiri
Distância aproximada da etapa: 21,9 quilômetros.

O povoado de Roncesvalles é um conjunto de edificações ao longo da estrada N-135 que vem dos Pirineus franceses na direção de Pamplona.
Do albergue pode-se ver a estrada na direção de Burguete, e ao seu lado o primeiro painel indicativo da trilha.
Após a ansiedade e dureza da primeira etapa alguns peregrinos antigamente eram surpreendidos pela dureza de alguns trechos do segundo dia, porém na atualidade as principais dificuldades foram atenuadas com melhorias de trilhas e caminhos.
Muitos trechos com alagadiços ou muito pedregosos foram melhorados.
A saída de Roncesvalles inicia pela estrada N-135 e logo um painel do caminho de Santiago indica uma trilha de bosques à direita.
A estrada acompanha pelo lado esquerdo, e após a Cruz do peregrino se afasta um pouco e só retornando a rodovia na entrada de Burguete.
É o local para o café da manhã, pois em Roncesvalles as duas pousadas não abrem no horário de saída dos peregrinos.
Após o lanche muita atenção na sinalização, pois a cafeteria fica depois do local que se abandona a estrada N-135.
Após Burguete um amplo caminho rural e pequenas trilhas bem sinalizadas e conservadas levam ao povoado de Espinal/Aurizberri.
Logo na saída de Espinal inicia a subida ao Alto de Mezkiritz que antigamente apresentava alguma dificuldade quanto ao terreno irregular e alagadiço no mau tempo.
Atualmente a única dificuldade são os aclives naturais ao Alto de Meskiritiz.
No Alto de Meskiritz cruzamos novamente a estrada N-135 junto ao monolito da Virgen de Roncesvalles.
As trilhas e caminhos continuam bem marcados e com algumas regiões pedregosas descendo até o povoado de Biscarreta/Guerendiain.
Após Biscarreta prestar atenção que o caminho vai cortar a rodovia novamente, e por trilha à direita prossegue a Lintzoain.
Caso continue pela estrada o peregrino poderá perder a sinalização do caminho, e seguirá na direção do povoado de Erro.
Logo após Lintzoain o antigo trecho empedrado e perigoso foi melhorado com uma pista concretada que alivia a subida inicial do Alto de Erro.
E prossegue então por trilhas e caminhos a subida do Alto de Erro que culmina em área ampla que corta pela última vez a estrada N-135, e que leva a Zubiri.
Abandonamos a estrada e continuamos pelo caminho sinalizado na direção de Zubiri.
O trecho final da etapa antigamente também era muito empedrado e causava grandes esforços nos joelhos, mas atualmente foi recuperado.
Mesmo assim muita atenção nos declives nas proximidades de Zubiri.
As chaminés da grande fábrica de cimento indicam a proximidade do povoado.
Logo veremos a ponte gótica de La Rabia.
Atenção!
Quem vai dormir em Zubiri cruzar a ponte para entrar no povoado.
A sinalização do caminho na entrada da ponte manda prosseguir à esquerda que é a continuação do caminho a Larrassoaña.
As fotos para maior entendimento da etapa estão no álbum abaixo:
http://picasaweb.google.com.br/caminhosantiago.brasilia/Etapa2RoncesvallesAZubiri#
Em caso de dúvidas passe e-mail para:
manoelbrasilia@terra.com.br

domingo, 24 de janeiro de 2010

Camellos que son peregrinos!

Llega a Compostela un grupo de peregrinos que recorrió el Camino Francés desde Valladolid con dromedarios, camellos y un carruaje de caballos.

Un grupo de 8 peregrinos, 4 de Sevilla y 4 de Valladolid, ha llegado esta mañana a la plaza del Obradoiro en Santiago, tras haber recorrido el Camino Francés desde Valladolid a Compostela, con dromedarios, camellos y un carruaje tirado por 6 caballos.
A su llegada ante la Catedral compostela el portavoz del grupo, Javier García Álvarez, director del centro ecuestre «El Centauro», explicó a Efe que la peregrinación, iniciada el Tudela de Duero (Valladolid) el pasado día 8 de enero, había sido «dura pero bonita».
En este sentido destacó de su experiencia haciendo el Camino de Santiago la «hospitalidad» que recibieron a lo largo de los quince días que duró la peregrinación.
En este sentido dijo Javier García «que la gente de volcó con nosotros, no solo los peregrinos sino también los habitantes de los lugares por los que transcurre esta ruta jacobea».
El portavoz del grupo de peregrinos explicó a Efe que aunque al principio la gente se sorprendía y se «asustaba un poco al contemplar la caravana de camellos, enseguida pasaran de mirarlos con asombro a mirarlos con cariño».
Dijo que el motivo de realizar la peregrinación con camellos, dromedarios y un carruaje tirado por seis caballos, «surgió del interés que teníamos dos familias amigas, nosotros de Valladolid y otra de Sevilla para realizar esta ruta» y después de Navidades determinados llevarlo a cabo en esta época del año que era la más adecuada para las dos familias.
Javier García indicó que la experiencia había sido muy positiva y añadió que no descartaban repetirla.
La peregrinación la integraban miembros de las familias Javier García, de Valladolid y Jesús Vázquez, de Sevilla, que trabajan habitualmente con camellos y dromedarios la primera y con carruajes de caballos la segunda.
La caravana, que en un principio se inició con 8 personas se incrementó hasta llegar a formar un grupo de unos 30 peregrinos, a los que ayudan a transportar sus efectos personales.
García Álvarez recordó que durante el recorrido del Camino padecieron temperaturas de 9 grados bajo cero y que tuvieron que caminar por zonas de O Cebreiro que tenían más de 40 centímetros de nieve.
La caravana realizó esta última etapa de la peregrinación desde O Monte do Gozo a la Plaza do Obradoiro, a donde llegaron a las nueve de esta mañana, acompañados por miembros de Protección Civil y agentes de la Policía local, además de numerosas personas.
(La Voz de Galicia)

sábado, 23 de janeiro de 2010

As Etapas diárias do Caminho de Santiago.

Antes de prosseguir com as narrativas das etapas convém salientar que as divisões adotadas das mesmas não são rígidas.
A divisão adotada nas narrativas são as distâncias médias da grande maioria de peregrinos.
Antigamente até se falava que o caminho completo deveria ser percorrido em 28 dias para seguir determinado ritual.
Com o passar do tempo foram caindo tabus e conceitos inventados, e ainda mais que o caminho de Santiago não tem um inicio, e talvez não tenha também um fim.
Hoje se caminha a partir de diversas partes da Europa na direção de Santiago de Compostela, e fica a critério do peregrino a divisão das etapas de acordo com outros fatores, tais como, dias disponíveis, condições físicas e disponibilidade dos albergues.
Logo será publicada no Blog a Etapa 2 - Roncesvalles a Zubiri.
Manoel Brasília.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Peregrinos a Santiago de Compostela 2010.

Os peregrinos de Brasília que pretendam peregrinar a Santiago de Compostela em 2010 favor manter contato através o e-mail abaixo para as devidas providências de emissão da Credencial do Peregrino, envio da Apostila 2010 e inscrição nas palestras.
Todos os serviços prestados aos peregrinos são gratuitos.

E-mail de Contato: manoelbrasilia@terra.com.br

Grupo Peregrinos da Paz - Caminho Santiago
Brasília - DF

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Caminho Francês a Santiago de Compostela - Etapa 1

Etapa 1 do Caminho Francês
Saint-Jean-Pied-de-Port a Roncesvalles
Distância aproximada da etapa: 25,7 quilômetros.

O caminho inicia na porta de Santiago no alto da Rue de La Citadelle.
Descendo a mesma e cruzando a ponte sobre o rio Nive chegamos a La Porte d’Espagne.
Logo a frente uma placa sinaliza a estrada secundária D-428 por onde o peregrino caminhará por muito tempo.
Quase que 2/3 da etapa é realizada por asfalto.
Através estradinha rural estreita o caminho inicia os aclives acentuados e poucos declives na direção da região de Huntto, e onde está localizada a Casa Rural Itburburia.
Até a Casa Rural temos 5,2 quilômetros de asfalto.
Após a mesma abandonamos a estrada que dá uma longa volta pelos montes, e pegamos um atalho por uma trilha de aclive forte de quase quilômetro e meio.
É a subida mais forte da etapa e que leva ao local da “Mesa de Orientación”, e o retorno a estradinha D-428.
Voltamos a caminhar por aclives constantes, por mais um quilômetro até chegar ao albergue de Orisson.
Depois de Orisson é continuar pela estrada na direção do Santuário da Virgen de Biakorri. Continuam os aclives, mas aparecem ao longo do trajeto alguns declives que permitem um ligeiro descanso.
Ao final de quase quatro quilômetros chegamos ao Santuário da Virgen de Biakorri, e a grande maioria vai até o local para fotos da bela região.
O cuidado é retornar pela mesma trilha que usou para chegar perto do Santuário para não perder a direção correta de estrada a seguir depois.
Após o Santuário muita atenção que faltam pouco menos de quatro quilômetros para abandonar a estrada D-428.
A topografia da região continua inalterada com aclives e alguns declives até o local do “Crucero Peregrino”.
No Crucero de pedra abandonamos definitivamente a estrada D-428. Uma trilha através campo leva o peregrino na direção de dois pequenos montes. A trilha passa no meio dos mesmos, e leva logo mais a frente, por um caminho de terra sinalizado a Fuente de Roland no Collado Bentartea.
Chegamos à fronteira seca da França com a Comunidade de Navarra na Espanha.
Um marco indica a divisão e logo penetramos na área de bosques na direção do Collado Lepoeder. Após quase cinco quilômetros chega-se ao Collado Lepoeder onde teremos duas opções para chegar a Roncesvalles.
A primeira opção é a descida forte de quase um quilômetro por um bosque que se estende depois até Roncesvalles. É sinalizado por setas amarelas e traços vermelhos e brancos nas árvores, e que requer toda atenção no caso de cerração ou mau tempo.
A segunda opção é a descida mais suave na direção de Puerto de Ibañeta por sinuosa estrada asfaltada. Após Ibañeta um pequeno bosque conduz o peregrino a Roncesvalles.
A segunda opção é mais utilizada em caso de mau tempo, pois a descida forte da primeira opção fica escorregadia e a sinalização pouco visível.
A descida por Ibañeta aumenta o percurso em quase um quilômetro.
Roncesvalles é apenas um conjunto de edificações da Colegiata Santa Maria Roncesvalles, Iglésia de Santiago, Silo Carlo Magno, museu, albergue de peregrino e mais quatro hospedagens.As fotos para maior entendimento da etapa estão no álbum abaixo:

http://picasaweb.google.com.br/caminhosantiago.brasilia/Etapa1SaintJeanPiedDePortARoncesvalles#

Em caso de dúvidas passe e-mail para:
manoelbrasilia@terra.com.br

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A Santiago, como los Reyes Magos.

Un grupo de castellanos y sevillanos avanzan por el Camino Francés con camellos, dromedarios y un carruaje de caballos.
O Cebreiro tuvo ayer una segunda versión de una cabalgata de Reyes. Diez días después de la fiesta en la que se recuerda a Melchor, Gaspar y Baltasar, la puerta de entrada del Camino Francés en Galicia vio cómo la ruta jacobea le permitía disfrutar de una escena peculiar: un grupo de ocho peregrinos que se dirigen a Santiago con tres camellos, cinco dromedarios y seis caballos, que tiran de un carruaje, llegaron al poblado tras completar una etapa iniciada en Vega de Valcarce.
Los peregrinos no proceden de un Oriente más o menos remoto, sino de dos zonas de España bien concretas: cuatro son de Tudela de Duero (Valladolid), y cuatro, de Sevilla. En la población castellana iniciaron la experiencia, que les permitirá llegar a Santiago el próximo sábado si las previsiones se cumplen.
Aunque la estampa de ver camellos, dromedarios y caballos de pura raza española en una localidad como O Cebreiro, que ayer aún ofrecía un paisaje nevado para hacer más llamativo el contraste, los peregrinos muestran unas impresiones que no difieren de otros testimonios.
Javier García Álvarez, uno de los que viven en Tudela de Duero, aseguraba ayer, poco después de llegar a O Cebreiro, que la experiencia resultaba en general muy positiva: comprobar que cada día ofrece «un mundo diferente» y que «las gentes son hospitalarias» constituyen, dijo, dos de los aspectos apreciados desde que el pasado día 8 se pusieron en marcha. La expedición se incorporó al Camino Francés en Sahagún.
El grupo se divide en dos familias. A Javier García lo acompañan dos hijos, Casiano y Marco, y un amigo, Oliver Fernández. El cuarteto andaluz está formado por José Vázquez, dos hijos suyos -Jesús y Daniel- y su cuñado, Manuel Gutiérrez.
Javier García está al frente de una empresa que tiene camellos y dromedarios para utilizar en fiestas, actos publicitarios y cabalgatas, en tanto que los sevillanos son cocheros que realizan recorridos por el centro de la ciudad de Sevilla. Todos han ido a romerías como la del Rocío, aunque, dice García, esta experiencia es única, como también parece serlo para quienes ven pasar la comitiva: la gente, explica, «al principio mira con asombro, y luego, con admiración».
(La Voz de Galicia)

domingo, 17 de janeiro de 2010

Visitas a Catedral de Santiago de Compostela em 2010.

Propuestas variadas para compatibilizar los usos religiosos y culturales que se dan en la basílica.

El estudio de flujos de la Catedral no solo se centraba en el aforo máximo que soporta el recinto, sino que tocaba otros muchos palos. Así, la idea del informe pasa por intentar compatibilizar los usos religiosos, culturales y turísticos de la Catedral y, por otro lado, evitar un deterioro del patrimonio y del prestigio de la propia ciudad. En el informe se indica que «existe o risco de que os propios visitantes que acudan á cidade perciban como negativa a existencia dun número excesivo de persoas na Catedral, o que xa non só prexudicará a imaxe da cidade, senón que tamén xeraría a sensación xeral de destino saturado». Esta impresión puede llevar «a desincentivar tanto a repetición da viaxe como a súa recomendación como destino de calidade a potenciais visitantes».
En las recomendaciones del estudio se propone fijar itinerarios cortos y largos, cerrar el acceso desde el Obradoiro o establecer una vía de entrada (Acibechería) y otras dos de salida (Praterías y la de la tienda que da a la Quintana). También se propone limitar los accesos durante la celebración de misas en el altar mayor o incluso cerrar la entrada a los diez minutos del inicio del oficio religioso.
En las propuestas se establece un horario para las visitas que sería entre las 10 y 13 horas y de 14 a 19 horas. Asimismo, «as 12.45 e 18.45 horas serán as horas límite para permitir entradas á visita turística. Durante o cuarto de hora posterior só estarán permitidas as saídas». El horario restringido para el culto sería, según la propuesta del estudio, de 7 a 10 horas, de 12.45 a 14.00 (Misa do Peregrino), de 19 hasta el cierre del templo.
Un itinerario corto daría opción a un recorrido rápido para dar el abrazo al Apóstol y visitar la cripta. El largo, en cambio, incluye un recorrido en profundidad, «posibilitando rodear a cora antes de visitar a cripta e subir a dar a aperta ao Santo, así como achegarse máis á parte traseira do Pórtico para o que percorrerán unha segunda vez a nave central».
Por último, se sugiere establecer un sistema de reserva previa para grupos, lo que permitiría distribuir estas visitas a lo largo de las horas disponibles evitando aglomeraciones.
(La Voz de Galicia)